Há séculos que a civilização ocidental vive em função de uma ideia limitadora: a de que somos divididos em dois. De um lado, a mente; do outro, o corpo — uma máquina biológica feita de músculos e reações químicas. No desporto de elite, na educação física e na medicina, este reducionismo ainda impera, tratando o … Continuar a ler O Novo Horizonte da Performance: Integrando Mente, Corpo e Ciência
Novo Paradigma da Educação Física
MPMH©: A Ciência da Transcendência
ÁREA AÁREA BÁREA CInteligênciaEnergiaOrganizaçãoPorquê?Como?O Quê?O eixo do SentidoO eixo da Relação O eixo da AçãoOntologiaAlteridadeFenomenologiaO Ser que Concebe: A inteligência é a manifestação do "Ser em Projeto". É aqui que nasce a intenção e a compreensão do "porquê" de agir. Projeto Práxico Individual.O Ser que se Entrega: A energia é o motor do Projeto Práxico … Continuar a ler MPMH©: A Ciência da Transcendência
A Grande Transição (1985-2026)
O Despertar da Motricidade Quando a Ampulheta do Velho Paradigma se Esgota: Tal como os grãos de areia que caem inexoravelmente numa ampulheta, o tempo dos modelos de ensino puramente biométricos chegou ao fim. O sol está a pôr-se sobre uma era onde o corpo era tratado como uma máquina isolada, mas, no horizonte, já … Continuar a ler A Grande Transição (1985-2026)
A Espiral Práxica no MPMH©
Um modelo vivo de desenvolvimento humano. Crítica à Educação Física Padronizada A Educação Física escolar, historicamente estruturada em torno da técnica normativa e do jogo desportivo, tem-se organizado segundo um modelo de progressão aparentemente linear bidimensional — introdução, elementar e avançado — que, na prática, raramente se concretiza. A escassez de tempo pedagógico, associada à … Continuar a ler A Espiral Práxica no MPMH©
O MPMH© nasce porque a atual EF se esgotou.
Durante décadas, a Educação Física escolar manteve-se vinculada a um modelo que já não responde aos desafios humanos, sociais e educativos do presente. O desgaste é visível, transversal e estrutural. Não se trata de um problema de professores, de alunos ou de escolas isoladas: observam-se indicadores consistentes de saturação do modelo tradicional, nomeadamente: participação assimétrica … Continuar a ler O MPMH© nasce porque a atual EF se esgotou.
Resumo Executivo para Decisores (MPMH©)
Enquadramento O Modelo Pedagógico da Motricidade Humana (MPMH©) constitui um quadro epistemológico, curricular e avaliativo para a Educação Física, fundamentado na Ciência da Motricidade Humana (CMH). Resulta de um trabalho conceptual estruturado, orientado para responder a desafios contemporâneos da escola portuguesa: sentido educativo, autonomia dos alunos, inclusão e sustentabilidade das aprendizagens. O modelo não se … Continuar a ler Resumo Executivo para Decisores (MPMH©)
Modelo Pedagógico da Motricidade Humana (MPMH©)
1. Objeto da análise A presente análise técnico-científica pretende caracterizar o Modelo Pedagógico da Motricidade Humana (MPMH©), da autoria de João Manuel Ferreira Jorge, enquanto quadro epistemológico, curricular e avaliativo para a Educação Física, fundamentado na Ciência da Motricidade Humana (CMH). A análise incide sobre a sua consistência científica, legitimidade normativa e robustez pedagógica, tendo … Continuar a ler Modelo Pedagógico da Motricidade Humana (MPMH©)
Do Desporto como Ideologia à Motricidade Humana como Paradigma Pedagógico
Uma leitura crítica do atual currículo de Educação Física Resumo A Educação Física escolar, no atual currículo português, estrutura-se predominantemente a partir da Educação Desportiva. Embora os desportos possuam uma natureza antropológica enquanto práticas culturais humanas, essa antropologia permanece implícita e não explicitada pedagogicamente. O presente artigo defende que, ao não partir de valores fundamentais … Continuar a ler Do Desporto como Ideologia à Motricidade Humana como Paradigma Pedagógico
O Futuro do Corpo
O Novo Paradigma da Educação Física também integra a Pedagogia da Consciência para promover nos alunos um despertar de consciência relativamente à sua Transcendência. Sabemos que Manuel Sérgio, antes de estabelecer as fundações epistemológicas da sua Ciência da Motricidade Humana, começou por levantar a questão fundamental: O que é um Ser Humano?
Aprendizagens Essenciais e as 4 Subáreas de AFD
Se queremos desenvolver propostas que estabeleçam relações realistas entre a Educação Física e as agendas de Atividade Física para a população, precisamos construir uma visão clara sobre o que envolve um tal estilo de vida.
Motricidade Humana e o Paradigma Holístico
Paradigma Cartesiano No livro de resumos do ciclo de conferências organizado pela Associação de Estudantes, em colaboração com o departamento de ciências do comportamento motor, intitulado "Motricidade Humana" (UTL-ISEF) no ano de 1989, Manuel Sérgio Afirma: Capítulo 5 - A Educação Física: a pré-ciência da ciência da Motricidade Humana: "A Educação Física moderna … Continuar a ler Motricidade Humana e o Paradigma Holístico
E se não houvesse bolas!… Como seria a Educação Física?!…
A EF “confunde-se quase exatamente com a iniciação à prática competitiva e ao seu corolário através da aprendizagem de gestos específicos com bola (mecanização estrita ou “drill” - modo de aprendizagem é responsável pela estereotipia gestual. A técnica do “drill” consiste em decompor os atos que vão ser aprendidos e a recompô-los numa gama de reflexos – componentes críticas). A prática baseada no “drill” (exercitação pela repetição), coloca um conjunto significativo de problemas motivacionais para os executantes na medida em que envolve grandes quantidades de repetição a qual pode ser simultaneamente monótona e aborrecida.
Consciência e Domínio do Corpo
As nossas crenças são sobretudo subconscientes e normalmente resultam de uma vida de programação constituindo-se como uma poderosa influencia no comportamento. É com base nas nossas crenças que formamos as nossas atitudes acerca do mundo e de nós próprios, e a partir destas desenvolvemos comportamentos e assumimos papeis. Assim, as nossas crenças são os alicerces da nossa personalidade e definem-nos através do sentimento que nutrimos relativamente a nós próprios, de utilidade ou inutilidade, competência ou incompetência, com poder ou falta de poder, confiança ou duvida, pertença ou exclusão, autossuficiência ou dependência, flexibilidade e aceitação pessoal ou da auto-crítica e julgamento negativo, sentindo-se tratado com justiça ou vitimando-se, amado ou odiado. As nossas crenças, sejam positivas ou negativas, têm muito alcance e impacto em todas as áreas da nossa vida (São elas que contaminam o clima positivo da aula).
Ser Forte para Ser Útil – Renaturalização do MOvimento
Os nossos corpos desenvolvem uma resposta somática e afetiva (emocional) relativamente aos espaços arquitetónicos, e esta resposta surge em função do acoplamento mente/cérebro/corpo/edifício que corresponde ao tempo e espaço da habitabilidade do edifício escolar. Se as escolas são espaços de enclausuramento e os alunos são simultaneamente incluídos e excluídos através de determinadas práticas corporais espaciais, devemos interrogar a estrutura material do edifício em si como um local de contestação da identidade.