Técnico/a de Juventude – 761337
Intencionalmente coloquei o termo “desporto” entre aspas porque um animador, na minha perspetiva, deve privilegiar sobretudo as atividades físicas recreativas de lazer e bem-estar onde prevaleçam as relações de cooperação. Embora possamos argumentar que o termo “desporto” assume sobretudo um sentido lato, em que a competição é opcional ou simbólica, na verdade, o seu impacto é real. O nosso cérebro ativa respostas relacionadas com alerta, desempenho, recompensa e ameaça social (córtex pré-frontal, sistema límbico, eixo dopaminérgico). Mesmo em situações “a brincar”, a comparação e a hierarquia emergem naturalmente (quem ganhou, quem foi mais rápido, quem ficou para trás). Quando se introduz competição, ainda que simbólica, o clima psicológico do grupo altera-se:
- Pode aumentar a motivação e empenho de alguns.
- Pode gerar ansiedade, frustração ou exclusão noutros.
Daí a importância do técnico animador em:
- Regular a intensidade da competição.
- Privilegiar jogos cooperativos, colaborativos ou rotativos.
- Transformar a interdependência negativa em interdependência positiva (ex.: desafios coletivos em vez de individuais).
Ou seja, o Técnico de Juventude deve intervir na conceção, organização, desenvolvimento e avaliação de projetos, programas e atividades com e para jovens, mediante metodologias do domínio da educação não-formal, facilitando e promovendo a cidadania, a participação, a autonomia, a inclusão e o desenvolvimento pessoal, social e cultural.
Módulos atribuídos ao Professor de Educação Física:

Bibliografia Sugerida.
Animação Desp.
Rui Lança

Animação Desp.
Ana Ramos

Team Building
Reinaldo Soler

Campos Férias
Sandra Sousa

Animação
Carlos Costa

Animação
Carlos Costa

Recreação
Paula Romão

Recreação
Paula Romão

Alimentação
DGS

Saúde Mental
DGS

Socorrismo
INEM

Ped. Cooperação
Vale Ouro













