Um Projeto duas ideias:

O que é o projeto Escola Feliz?
A Escola existe não apenas como espaço de transmissão de conhecimentos, mas como núcleo vivo de desenvolvimento comunitário, social e humano. Partindo do projeto Escola Feliz & Economia da Felicidade, propomos uma nova relação entre a escola e a comunidade: uma colaboração genuína e consciente destinada a promover uma educação centrada nas pessoas — alunos, professores, famílias e cidadãos.
Os alunos portugueses, embora com bons resultados académicos, revelam níveis moderados de bem-estar emocional e elevada ansiedade escolar.
Índice de Felicidade Escolar
Talvez seja a altura de propor ao Ministério a publicação do Índice de Felicidade Escolar de Portugal publicado anualmente por este órgão.
Atualmente existem índices e inquéritos internacionais como o PISA (2018-2022) que inclui indicadores de bem-estar subjetivo dos alunos, como:
- Satisfação com a vida
- Relações com colegas e professores
- Sentimento de pertença à escola
- Ansiedade associada aos testes
Embora não exista um Índice único e oficial de Felicidade Escolar, existem instrumentos, inquéritos e projetos locais que avaliam o bem-estar dos alunos e do ambiente escolar. O desafio está na sistematização e comparabilidade entre escolas. Em Portugal, as Escolas Felizes (ou Happy Schools) são originadas de uma abordagem integrada ao bem-estar na escola, alinhando-se com iniciativas da UNESCO e iniciativas locais.
O Modelo UNESCO – Happy Schools Framework segue o modelo da UNESCO, estruturado em 4 categorias e envolve cerca de 22 critérios que vão além dos indicadores académicos, focando competências sociais, emocionais e bem-estar.
- Princípios
- Pessoas
- Processos
- Espaços.
| Dimensão | Detalhes |
| Princípios (Valores orientadores) | Aprendizagem centrada na criança Inclusão e igualdade Respeito e dignidade Empatia e compaixão Segurança emocional e física |
| Pessoas (Relacionamentos e envolvimento) | Relação positiva aluno-professor Ambiente de respeito entre alunos Participação ativa dos alunos Relações escola-família/comunidade Bem-estar e motivação dos professores Trabalho em equipa e colaboração |
| Processos (Ensino e aprendizagem) | Ensino baseado na curiosidade e criatividade Metodologias ativas e participativas Avaliação positiva e formativa Aprendizagem baseada em projetos e problemas Apoio ao desenvolvimento socioemocional Educação para a cidadania e valores |
| Espaços (Ambiente físico e emocional) | Ambientes seguros e saudáveis Espaços acolhedores e inspiradores Espaços verdes ou de contacto com a natureza Ambientes adaptáveis às necessidades dos alunos Visibilidade da cultura escolar positiva (murais, símbolos, arte, etc.) |
Projeto

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“O produto nacional bruto não contempla a saúde dos nossos filhos, a qualidade da sua educação ou a alegria de brincar. Não inclui a beleza da nossa poesia ou a força dos nossos casamentos, a inteligência do nosso debate público ou a integridade dos nossos funcionários públicos. Não mede a nossa inteligência ou coragem, nem a nossa sabedoria, aprendizagem, compaixão ou a devoção ao nosso país.
Em suma, mede tudo, exceto o que faz a vida valer a pena“.
John F. Kennedy
Índice de Felicidade (IF)
O Índice de Felicidade, também conhecido como Índice de Felicidade Mundial (World Happiness Index), é uma medida que avalia o nível de bem-estar subjetivo das populações em diferentes países. Ele é desenvolvido e publicado anualmente pela Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável (Sustainable Development Solutions Network – SDSN), com apoio da ONU e do Earth Institute da Universidade de Colúmbia.
Como se define o IF?
O índice baseia-se em pesquisas de opinião realizadas pelo instituto Gallup, nas quais os entrevistados avaliam a sua vida numa escala de 0 a 10. Essa autoavaliação é combinada com dados objetivos e indicadores sociais.
Como calcular:
- PIB per capita – Rendimento médio ajustado à paridade do poder de compra.
- Apoio social – Presença de redes de apoio em momentos difíceis.
- Esperança de vida saudável – Saúde física e mental.
- Liberdade para tomar decisões de vida – Grau de autonomia percebida.
- Generosidade – Participação em atos altruístas e caridade.
- Perceção da corrupção – Confiança nas instituições públicas e privadas.
Os dados do estudo de investigação resulta num relatório intitulado World Happiness Report, o qual é publicado anualmente desde 2012, sendo coordenado por economistas como John Helliwell, Richard Layard e Jeffrey Sachs.











